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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Há um dia em que todos nós morremos por dentro. Talvez nunca mais o sangue da felicidade volte a correr nas nossas veias, talvez volte...
Haverá um dia em que todos nós partiremos para sempre e que diferença fará a esse dia se já nos sentirmos que nem mortos-vivos? Que diferença faz?
Entre biliões de anos em que poderia ter vivido, vim nascer neste ano... e irei passar duas vezes pelo fim do mundo mais que sabido para o mundo inteiro, as pessoas parecem desejar isso. Mas porquê desejar o fim do mundo se as pessoas só querem o seu próprio fim? Deixem o mundo para quem ainda gostaria de o vir a descobrir uma, outra e outra vez, talvez quantas quiser! Que diferença faz?
Vivemos demasiado depressa porque gastamos demasiado tempo e eu que costumava gastar o meu tempo a amar a minha própria imaginação...

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