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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Castelo

Eu estou a sonhar! A sonhar tão alto que só tenho medo de cair na penumbra da solidão…
Ora rimos, ora brincamos ou então choramos no ombro um do outro, choramos porque nos amamos ou então porque não sabemos viver um sem o outro. Vivemos num conto de fadas, que infelizmente um dia irá acabar… Iremos pagar o preço do sussurro “não te apaixones por mim”! Mas eu não me importo de pagar esse preço com a minha própria vida desde que ela acabe nos teus braços, nos teus delgados e fortes braços que me sustentam para poder tocar o céu! E eu lá de cima toco numa nuvem negra e faço-as desabar em lágrimas de alegria por resplandecer ao ver a nossa amada euforia! E nós dementes corremos mesmo por baixo da chuva fria e quando as nossas roupas pingarem, então aí no beijamos.
Beijamos com todo o amor que sentimos um por o outro, pois aplicamos em cada beijo tanta ternura que chegaria para mudar o mundo e a galáxias mais próximas! Ora se tu que nos olhas de lado e achamas-nos parvinhos, se vivesses dentro de nós não terias inveja do amor… Há amor para toda a gente “todo o chinelo velho encontra o seu pé cansado”, mas tu só procuras salto alto, mas não tenhas inveja, inveja é feio!

Então o nosso castelo de fantasia é bem ali, no cimo daquele monte, aquele que agora é tocado pelo nevoeiro, é por isso que não vês o nosso castelo, os teus olhos estão rodeados pelo nevoeiro, mas um dia ele irá passar e tu verás o nosso castelo lá no topo e perceberás o que sofremos para o erguer, desejo-te que encontres um castelo igual ao meu e que sofras o mesmo que eu, pois só com esse sofrimento deixaras de me invejar e conhecerás o que é amar.

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