Ouço o tic,
tac incessante
Do relógio
sempre certo.
Que tarde
secante,
Passada
debaixo deste tecto!
Olho a
janela. Desejo!
Vejo os
pássaros voar. Almejo!
Quero correr
lá pela minha rua…
Tarde bela,
eu sou toda tua!
O chá está
marcado
E seria
pecado
Se eu fosse
brincar
E o vestido
sujar.
Mas eu não
quero beber chá!
Eu quero ir
brincar para lá!
Lá longe do
tic, tac, ensurdecedor!
Um sitio
onde os sapatos
Não provocam
qualquer dor
E onde posso
correr atrás de sapos!

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