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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Ouço o tic, tac incessante
Do relógio sempre certo.
Que tarde secante,
Passada debaixo deste tecto!

Olho a janela. Desejo!
Vejo os pássaros voar. Almejo!
Quero correr lá pela minha rua…
Tarde bela, eu sou toda tua!

O chá está marcado
E seria pecado
Se eu fosse brincar
E o vestido sujar.

Mas eu não quero beber chá!
Eu quero ir brincar para lá!
Lá longe do tic, tac, ensurdecedor!
Um sitio onde os sapatos
Não provocam qualquer dor
E onde posso correr atrás de sapos!

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