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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Aceitaram o Meu Donativo!!!

Bom Dia Meus Caros Leitores,
Eu hoje sinto-me tão feliz que tenho realmente que partilhar isto com todos!
Eu vou editar um novo livro "No Segredo dos Deuses", com certeza que se recordam de algumas coisas que partilhei convosco sobre este livro... Mas o que me faz feliz não é o facto de ser editado! A verdade é que eu já falei com várias associações de solidariedade social para aceitarem os meus direitos de autor como donativo e finalmente aceitaram!!
Parece incrível não é? Mas é uma verdade, nem todas as associações de solidariedade social querem donativos da forma que os escritores pretendem oferecer!

Tenham um dia feliz :)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Frase do Dia

Todas as pessoas são extraordinárias de alguma forma… Muitas vezes são extraordinariamente más.

sábado, 1 de novembro de 2014

Nós somos o momento em que dois seres se amaram (ou gostaríamos de o ser)

Parece que quando estamos de mão dadas ao nosso amor que o estamos a tocar… Bem, isso não é totalmente verdade. Se pudéssemos olhar o contacto entre as nossas peles microscopicamente, então descobriríamos que as nossas células da epiderme nunca se tocam… Dois seres já mais se tocaram!
Parece um destino tão cruel para quem ama… nunca poder verdadeiramente tocar o outro… Mas será que o universo foi mesmo criado para que nada se pudesse realmente tocar? Para que vivêssemos na ilusão de que nos tocamos?

Não, o universo não é um local hostil e perverso, e sim há uma forma de dois seres se tocarem, uma forma que não conseguimos ver sem a ajuda do microscópio. Todos nós somos o momento em que dois seres se tocaram, pois só conseguimos trocar verdadeiramente com outra pessoa quando os nossos gâmetas (espermatozóide e oócito II) de cruzam, só nesse momento (a fecundação) é que duas células, produzidas em corpos diferentes, se tocam verdadeiramente. Quando a fecundação ocorrer, acontece magia, pois do encontro entre dois seres cria-se um terceiro e se à magia juntarmos amor, então a criança que irá nascer será para sempre o momento em que verdadeiramente tocámos quem um dia amámos…

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O amor: um sentimento tão falado, que todos dizem que já sentiram (um dia), mas que eu duvido muito que realmente saibam o que isso significa…
Já ouvi dizer que se sente amor quando se padece de uma doença, em que desejamos morrer porque o amor não é correspondido… Amor sem ser correspondido? Isso existe? Eu desconfio que não, amor, só é amor quando duas pessoas o trocam entre si. Isso de padecer de uma doença incurável é a paixão, tanto que passado pouco tempo após a rejeição já nem nos lembramos do sentimento que chamámos de amor.
E quando é que é amor? Um sentimento é amor quando dois seres se conhecem na perfeição, apontam os defeitos um do outro e conseguem viver com eles. O amor acontece quando podemos contar tudo o que nos deixa aflitos ao outro. Amor é ter medo de deixar o outro sofrer.

Resumidamente, o amor é um aglomerado de carinhos e atenções trocadas entre dois seres ao logo dos anos, por isso, já mais se poderá chamar amor ao sentimento que te faz subir a pressão quando vês a “boazona da vizinha do lado.”

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

demónios de palavras largas

Eu não sou eu,
O meu eu, não é meu,
Quando estou a escrever…
 
Os demónios do meu ser
Apoderam-se de mim.
As histórias destas criaturas
Predem-me até chegarem ao fim.

Há sempre mais um ser
Que me quer contar
O que um dia conseguiu fazer…

Estes demónios estão a criar
Em mim uma alucinante paixão,

Para contarem a dor do seu coração…

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

conversa de semabrigos

- Aquela senhora que ali vai… meu amor estás a ver quem ela é?
- Aquela que anda sempre de roupas novas e de joias verdadeiras?
- Sim, essa mesma, tenho tanta pena dela…
- Porque haverias tu de ter pela dela? Ela é que devia ter pena de nós… Não temos um teto onde dormir todas as noites e esta noite nem jantar temos!
- Lá nisso tens razão, mas não estás a ver o outro lado, só estás a ver os bens materiais. Pois nos temo-nos um ao outro para nos aquecermos nas noites frias e para partilharmos a vida; Ela não tem amigos, só tem gente falsa à sua volta e nem o marido a ama… Nós sempre temos alguma coisa de verdade, temo-nos um ao outro…

- Então deixa a pobre desgraçada que temos de procurar um bom sítio para ficarmos está noite, pois parece que vai chover e bastante.

sábado, 27 de setembro de 2014

- Amo-te desde aqui até à lua!
- Só!?
- Ainda achas pouco? Então faz o caminho a pé!
- Isso é impossível!
- Vês? É impossível eu amar-te mais do que já te amo! 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Atualidade Nazi

O penteado que todos os jovens da fotografia possuem era a grande moda entre mocidade hitleriana. Será moralmente correto os jovens de hoje em dia exibirem um penteado que marcou uma fase tão negra da história mundial? Fica a dica ;)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

“O fogo explode na minha mente. Eu ardo nos meus sonhos, mas que quero é ver os outros arder…
Estas escamas, que eu controlo, sobrevoaram os céus. E tudo o que um dia eu conheci será destruído, tal como destruíram tudo o que um dia amei. Não terei misericórdia com quem se riu das minhas lágrimas.
Vou vingar a morte de que me amou…”
Carolina

(Este é um excerto do livro que estou a escrever, alguém curioso?)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Perdi o Passado


Em mim guardei sentimentos
De alguns momentos
Que não queria recordar.
Momentos em que amei
E ninguém me soube amar…
Momentos em que me magoei…

Guardei essas emoções
Para poder escrever
Tudo isso em futuras paixões.
Guardei o passado, para o reviver…
E agora não sei onde o deixei,
Perdi-o quando me amaram e eu amei…

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Vejo Voar

Vejo-te voar…
Tu voas e eu fico parada
A observar o teu voo de arrasar,
Nesta pequena esplanada.

Quero largar esta chávena de café,
E agarra-te por um pé,
Para me ensinares a voar!
Mas o pastel ainda estou a saborear…

E eu fico agarrada,
A este vício da esplanada,
Só para te admirar…

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

apocalipse

Penso no meu planeta… O que tem ele para me oferecer? Não existe nada de bom neste planeta e é ainda mais dramático ter que avisar os extraterrestres para não virem ver as redondezas… Não vale de nada ver algo que não tem nada!
O planeta azul morreu, agora é só um monte de lixo!
#savetheplanet
A poluição espalha-se tão depressa que não nenhum lugar no mundo que se possa qualificar como “bom”!
O ser humano multiplicou-se demasiado, espalhou-se por todo o lado e agora está tudo contaminado!
Eu quero morrer, só por pertencer a esta espécie!

Porque é que temos de viver assim? Porque é que o ser humano se acha sempre tão superior? Porque é que nunca pensa nas gerações que estão por vir? Porque é que tem de deitar tudo a perder? Nós vamos todos morrer e não será de forma natural, vamos todos morrer ao mesmo tempo e engana-se quem pensa que vai morrer antes deste Apocalipse chegar!


domingo, 13 de julho de 2014

Fantasma do meu amor

Ele passava as noites a fazer festas ao meu cabelo e a sussurrar “não te apaixones por mim”, mas como era possível isso não acontecer, se o seu toque era tão mágico? Mesmo sem sentir nada, sabia que ele passava as noites abraçado a mim.
A cama estava sempre quente demais para ser apenas uma pessoa a dormir nela. Ele escolhia a roupa que eu iria vestir com aquele seu toque de magia que colocava tudo a flutuar. Só não caminhávamos de mão dada na rua, porque as pessoas achariam estranho que eu desse a mão ao vento, bem, elas viam o vento, eu via-o.
Quando por fim a época escolar chegou, estava irremediavelmente apaixonada.
Houve uma noite em que ele voltou a afogar-me o cabelo, a sussurrar ao meu ouvido, não resisti em dizer-lhe o quanto o amava. Tive mesmo que o dizer!
- Estou farta de te ouvir todas as noites para não me apaixonar por ti, mas foi inevitável, quando me sussurras aos ouvidos, quando me acaricias as faces, quando as beijas, quando fazes o que fazes... Eu apreciei cada momento. Chorei sempre que não estavas aqui! Não percebo o que fazes longe de mim, mas isso dói! E hoje posso dizer que estou apaixonada por ti! Amo-te! Percebes?
Pequenas lágrimas escorreram-me da cara e ele limpou-as com um beijo em cada uma das minhas faces, no lugar dos beijos colocou as mãos e disse baixinho:
- Não vais voltar a chorar. Acredita que eu vou voltar! Mesmo que nunca volte... Agora tenho uma coisa para te dizer. Eu conheço-te desde o dia em que nasceste, nasceste destinada a mim, mas proibida de me amar! Foi um risco, deitar-me ao teu lado, passar estes dois meses contigo, cada dia que passava sabia que estavas mais apaixonada por mim, mas não te quis deixar, desculpa-me por ser egoísta! Eu também te amo, esse foi o maior erro que cometi em toda a minha vida…
Aplicou-me um longo beijo. Por fim, quando os nossos lábios de descolaram e separou as suas mãos da minha face, ele afastou-se os seus olhos brilhavam como estrelas, o seu sorriso era gigante e desfez-se em pó.
O meu quarto de mobília branca e paredes cor-de-rosa tornou-se no lugar mais triste da minha existência a partir desse dia a minha vida nunca mais foi a mesma.
Hoje em dia acordo e sinto a almoçada a que dormi agarrada estar quente, não abro os olhos, ver a realidade doí! Mesmo muito! Imagino-te aqui… ao meu lado como se fosses real. Percorro os dedos pelo teu rosto e encontro os teus lábios no escuro do meu quarto. Beijo-os ferozmente porque pode ser o último dia que os consigo imaginar… mesmo que seja apenas dessa forma de os ter, tenho medo de os perder para sempre, eu aprendi que para sempre é muito tempo para uma rapariga como eu conseguir aguentar. Afago-lhe o cabelo castanho com uma das minhas mãos e abro os olhos.
Todos os dias deixarei cair pequenas lágrimas dos meus olhos, mas tu não gostarias de as ver, tenho a certeza disso, mas que posso eu fazer? Não as controlo!
Depois é só imaginar o resto do dia como se tu fosses um dos meus colegas, beijando-me a face e os lábios, de vez em quando. Sorrindo sempre que vê os meus olhos brilharem por te ver.

Todas as tardes, vou para o meu armário chorar e no fim de libertar toda a minha fúria, imagino que me secas as lágrimas e abraças-me. Seguidamente, recordo-me de tudo o que fizemos justos, isso faz-me sorrir durante alguns minutos. Mesmo que mais cedo ou mais tarde volte a chorar.

sábado, 5 de julho de 2014

Vamos Viver Livres

Vamos viver livres… Porque não há nada mais importante do que a liberdade!
Mas não vamos ser livres em fotografias com os cabelos ao vento… Nem com cartazes a manifestarmo-nos… Vamos ser livres ao atravessar fronteiras sem passaporte, porque o mundo é de todos e ninguém me pode dizer que não posso ir a um certo sitio porque não tenho um certo papel! Vamos ser livres ao deixarmos de ter um governo/democracia o que quer que nos possa impor regras! Se alguém matar um de nós, matamos o outro; se nos roubarem, vamos buscar o que é nosso; se fizerem mal à geração que vamos criar, vingamo-nos!
Será que por vivermos assim vamos transformar tudo numa selva? Talvez já exista uma!  Há há uma grande vantagem em que tudo se torne uma selva assumida, não irão haver grandes a comer os pequenos porque todos teremos o mesmo objetivo: PÃO. E todos teremos o mesmo desejo: JUSTIÇA. E acima de tudo seremos todos capazes de PENSAR!

Vamos ser livres! Que viver assim não é para ninguém! Vamos ser livres! Porque não vivemos para sempre!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

O Destino

O destino caí sobre os meus ombros,
Como um véu de casamento…
O destino não faz parte dos meus assombros
E muito menos do meu pensamento…

O destino enrola as ondas do mar
Sobre os meus pés, só te sei amar…
E talvez a culpa seja do destino!
Mas se não estiver errado o meu tino,
Eu não o quero mudar!

O destino faz os dias deslumbrantes
Por te colocar ao meu lado.
Nós somos dois amantes,
Extremamente apaixonados!


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um sonho Medricas


O meu sonho esconde-se de tudo.
Esconde-se do claro e do escuro.
Esconde-se da alegria e da tristeza.
Esconde-se da riqueza e da pobreza.
O meu sonho tem medo do humano,
Do santo e até do profano.
O meu sonho esconde-se de mim,
Porque sabe que me prejudica no fim…
O meu sonho esconde-se por nada e por tudo.
Terá ele, ou eu, medo do mundo?

terça-feira, 17 de junho de 2014

Não há nada mais difícil do que repreender a necessidade de escrever, porque tenho de estudar.

domingo, 8 de junho de 2014

Um sopro leve de vento,
Que faz baloiçar o pensamento
Para os lados do coração.

Desaprendi tudo o que aprendi
Em outra qualquer paixão.
O que ao certo descobri
Com este meu amor?
Eu não sei, mas a dor
De amar não existe mais…

E isso é tudo o que possa ser importante,
Porque não existe amor distante,

Nem medo do que dirão os demais.

sábado, 7 de junho de 2014

Escondo o meu sonho de tanta gente, que já nem sei se este sonho é mesmo meu, ou se foi um amigo meu que me contara e pedido para o manter em segredo…

quarta-feira, 4 de junho de 2014

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Estupidamente Humano

O que é isso de humanidade que os livros de vampiros tanto falam? Essa palavra estranha que os vampiros dessas histórias passam a vida a dizer que perderam? Mas como podem ter eles perdido uma coisa que não existe?
Ou será que existe?
Se humanidade é a capacidade de pensar, então ela não existe! Pois o ser humano nunca pensa nas consequências dos seus atos. Faz-se de burro e de coitadinho para poder usufruir do mundo, para lhe poder arrancar cada sorriso, cada rosto, cada respiração…
Se a humanidade é sentir compaixão pelos demais, então ela não existe! Compaixão é uma coisa que acabou há uns anos atrás quando os ricos nos deram meia dúzia de tostões e nos disseram que aquilo dava para conseguir tudo!
E agora, o que somos nós depois de termos perdido “a humanidade”? Somos vampiros! Porque a literatura chama vampiro a quem rouba todo o sangue e até mesmo a vida de outro ser igual a nós! Somos vampiros! Porque não sabemos que o nosso planeta está a acabar, e que não há mais sangue no seu interior para continuarmos a cravar as nossas presas e a engolir o doce sabor a sangue!

Por outro lado, podemos pensar que não somos assassinos do planeta, nem canibais e ai seremos montes de merda de olhos fechados e enfiados nas grades da sociedade e felizes por viver agarrados a este mundo como bosta fresca num sapato…

sábado, 17 de maio de 2014

Queria escrever com notas musicais,
Mas de musica nada sei.
Queria sonhar um pouco mais,
Mas imaginar não mais conseguirei.

Eu queria tanto!
E para meu espanto,
Não tenho nada!
Nem da querida palavra
Eu sou rainha!
Que sina a minha...

Sou só mais uma qualquer,
Que procura o maldito malmequer
Para saber qual a sua sorte
Quanto à morte.

sábado, 26 de abril de 2014

A Terceira Pele - Portal Entre Corações

Consciência que nada nos trás nada. Abrigo que não existe. Essência de um ser! É assim a terceira pele que reveste a alma! Mas nem todos, alma têm! Por isso, para muitos só existe uma pele espessa como a de um dragão, revestida de escamas que escondem na sua sujidade um amor impuro. Um amor que não existe! Um amor que não sabem saborear! Um toque que não é nada!
Não existem faíscas entre as almas que se tocam!
Mas nem toda a gente assim é! Eu, por exemplo, partilho estas faíscas com quem sei amar… Porque toda a vida não quis mais nada do que um amor de verdade! Que mais nos pode trazer felicidade sem ser o amor? Que mais nos pode dar a pele que protege a alma do que a sensação tão estranha de tocar a mão do amado? Que mais nos pode dar a pele que nos protege do que conforto da felicidade se se estar completo ao ser só metade? Porque cada um de nós não é nada mais do que meia alma que anda por aí à procura da sua outra metade! Esta terceira pele que deveria ser revestida de sentimento é nada mais do que um impedimento ao encontro das metades de alma. Mas se do nosso mais profundo ser, desejarmos a felicidade do amor de outro, então a pele que impede o contacto das almas torna-se no portal para que as almas se unam para sempre.

O que há de melhor no destino do que estar destinado a ser uma alma inteira ao unir duas metades que se amam?

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Uma Falsa Segunda Pele

As roupas com o passar do tempo ficaram tão justas que hoje em dia mais parecem uma segunda pele, uma segunda pele como quem diz uma primeira, tudo depende se vemos as peles de dentro para fora ou de fora para dentro.
Só é pena que, ao contrário das roupas, a compaixão e sensibilidade tenha alargado e afastando-se do corpo e agora mais parece um balão de ar quente que apenas serve para elevar o cesto…
São as modas, o usa-se e deita-se fora… É a mania que somos superiores a todos os outros. E no final de contas não passamos de vermes rastejantes que importunam quem de seu direito pode nos pisar, essas pessoas que de verdade nos podem pisar são aquelas que a cultura é superior ao balão de ar quente que incha com a nossa hipocrisia.


terça-feira, 22 de abril de 2014

O Meu Amor em Cartas

5 de Maio de 1979

Meu amor,

Hoje falarei de algo que não deves conhecer desde há muito tempo. No dicionário está referido que significa: sossego; ausência de guerra. Mas eu penso que neste momento não consegues imaginar o que isso significa. Rodeado por todas essas pessoas que te querem morto, todos tirariam prazer com a tua morte, menos nós (eu e o Sebastião). Meu amado, para mim paz significa ausência de dor, de inveja, de ganancia; significa que nós, humanos, deixamos de ser egoístas para o resto na nossa vida e pensamos em nós (comunidade) como um todo, tal como dois pequenotes apaixonados, só querem o bem um para o outro e serem felizes. Concluindo, para mim paz, é uma mentira já mais alcançada.
Eu só gostava que paz significasse para todos o que significa para mim. Quem precisa dos territórios em África quando têm o seu cantinho em Portugal? Porquê tanto sangue derramado? A nossa história é mesmo isso, banhos de sangue e cabeças decapitadas, ultimatos e zangas familiares...
Para essa história de sangue é arrastado o povo, coitado, que paga os seus impostos e tira o seu sustento da terra, é arrastado para a morte guerra após guerra.
Decidi escrever esta carta de uma forma diferente de todas outras, para inovar a nossa relação estava a tornar-se monótona. Estou a brincar meu querido!
Eu espero que ainda estejas bem, nas últimas cartas que me escreveste descrevias-te como um herói  estou contente por isso, mas só espero que todo esse heroísmo não leve a tua vida, tem cuidado meu amor.

Ainda te lembras que te amo?

Amália


Está é a carta que participa no livro "Cartas" da editora Lua de Marfim. Esta carta pertence a um conto (para adultos) que eu escrevi para um concurso (que não ganhei.) Este mini conto é constituído por varias cartas de uma mulher (Amália) que as envia ao seu marido que foi obrigado a participar na guerra colonial... O senhor acaba por morrer, mas Amália nunca acredita que o seu amor possa estar morto e por isso continua a enviar-lhe cartas, ela não consegue sequer pensar na hipótese de morrer e não voltar a beijar os lábios do seu amado.

quinta-feira, 17 de abril de 2014







- Fizeste uma tatuagem?
- Yap!
- E doeu?
- Tudo o que fica para sempre doí um bocadinho...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

meu amor


 
Meu amor, eu preciso de ti!
Preciso de um abraço, de um carinho…
Um sítio bem fofinho,
Para estar contigo, meu amor.
                            
Meu amor, eu preciso de ti!
Passamos tanto tempo separados,
Porquê? Eu preciso dos nossos abraços,
Bem apertados, meu amor.
 
Meu amor, eu preciso de ti,
De estar contigo, de te amar.
Porque não sei mais sonhar,
Sem o nosso amor.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Sereias Melodiosas

Melodias leves que me deixam vaguear.
São sereias com caudas de mil cores…
Sereis vindas do atlântico, perto dos açores…
E fujo para as sombras do mar.

Melodias encantadas,
Por sereias loucamente desesperadas,
Sem paixão, as sereias cantam,
Para aproximar os marinheiros que se encantam.

Assim são as sereias que vivem
No meu coração. Entristecidas,
Por todas as feridas
Que aqui sobrevivem.

As sereias tentam rasgar as paredes,
Para poderem fugir para sítios distantes,
Pois amar tráz tantas sedes
E as feridas fazem ruídos possantes.

Esta tarde recitei dois poemas na biblioteca de Alenquer, num sarau de poesia, dedicado ao dia mundial da poesia. Este foi um dos dois poemas.

quinta-feira, 20 de março de 2014

domingo, 16 de março de 2014

Boa tarde meus seguidores, venho por este meio comunicar que ganhei o 1º Prémio do concurso dos Alencriativos "Contos com Vida". O conto vencedor foi o seguinte:

"Não Sei Quem Sou"

"Ainda ontem nasci e hoje já tenho problemas de identidade, a vida de lagarta é rápida e muito difícil.
Passo o dia a fugir dos perigos que me possam por em risco, como as solas negras dos pés dos gigantes ou os pássaros que me querem caçar a toda a hora para alimentar os seus filhotes… Mas sempre que encontro um buraquinho seguro o suficiente para me esconder começo a pensar no que serei eu, serei apenas um verme rastejante que no seu caminho baba tudo por o que passa?
Pensei que talvez me faltasse uma casa, tal como o caracol, mas era demasiado pesada para eu a conseguir levar para todo o lado. Vi um bichinho saltitante, tentei imitá-lo mas só me magoei, via outros a voar e por mais que mandasse o meu corpinho rechonchudo levitar, ele não se afastava nem um milímetro do solo. Eu era uma desgraça.
Sem saber o que era, continuei a minha vida durante mais algum tempo, comendo folhas e caules de ervas tenrinhas… Adoro ervas tenrinhas!
Cresci muito e já era difícil encontrar um esconderijo. Decidi seguir uma lagarta igual a mim, ela criou fios com a sua boca e conseguiu enrolar-se dentro deles, assim que acabou de se esconder permaneceu imóvel.
Segui o meu caminho até encontrar um bom esconderijo, quando me senti bem segura, tentei fazer o mesmo que a outra lagarta fez e fiquei toda enroladinha. Aquele lugar quentinho era tão confortável que adormeci.
Quando acordei senti que se tinham passado várias semanas e continuava dentro meu casulo, comecei a mexer-me e as linhas que eu tinha feito estavam a ser destruídas pelos meus movimentos.
Saí daquele buraquinho e reparei que tinha pernas longas, o que dizia que eu já podia saltar como um gafanhoto. Ao tentar saltar, reparei que tinha umas asinhas e assim poderia voar.
Os meus problemas de identidade afinal tinham sido resolvidos depois de uma longa cestinha."

sexta-feira, 14 de março de 2014

Rio que Passa por Amor

O rio que passa e não saí do lugar. Quem me dera ser rio para te amar.

Como te amaria eu, se fosse rio? Ora, banhar-te-ia com água pura, mostrar-te-ia o meu rosto espelhado nas águas que passam ou então passaria por ti, sem me veres passar e assim admirar-te, como já te admiro mesmo não sendo rio. Mas sem ti, nem rio, nem água, nem nada sou! Porque o que é um meio coração que pulsa sem sentido? Não é nada… Eu tenho duas metades: uma minha, outra tua, ambas nossas. Porque temos o desejo de as partilhar.
O rio que passa e não saí do lugar. Quem me dera ser rio para te amar.
Então que seja um rio que desce à desgarrada, pelas montanhas do teu amor, entrando no vale onde as cavernas da paixão me encobrem. Para ser tudo o que te pertence, para sermos um puzzle que encaixa na perfeição, para sermos só nós e não precisarmos de mais ninguém.


O rio que passa e não saí do lugar. Quem me dera ser rio para te amar.

terça-feira, 4 de março de 2014

coisas do coração

As minhas lágrimas conhecem o teu rosto. Tal como as minhas mãos conhecem o teu corpo. Quero-te perto de mim para que possa sonhar, sonhar com aquele mundo feliz onde não há desgraça, nem injustiça, nem nada do que existe neste mundo! Eu quero-te porque te amo e eu sei que te amo porque também sei o que não é amar!
Por tudo isto, o perdão é algo desnecessário porque quem ama perdoa sem saber que esquece o sucedido... O amor será eterno? Não sei! Mas o meu amor será eternamente teu.
Quem me dera conhecer a palavra do amor numa língua morta, porque as línguas vivas usam a palavra "amo-te" de uma forma suja e desapropriada... Quem sabe se um dia alguém me ensina etrusco, aí, tu serás o meu Jano e viveremos numa ilha perdida no meio do Atlântico.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Vivo na rua da liberdade e em nada sei o que isso significa!
Sinto-me prensa entre muralhas feitas com pedras grandes e frias… Um granito atroz.
O sol que brilha dentro de mim parece apagar-se, talvez o seu combustível esteja a chegar ao fim, talvez se quei
ra transformar numa gigante vermelha, ou talvez apenas me queira abandonar.
As paredes pressionam-me a escolher uma das duas fugas que tenho, mas prefiro ser esmagada do que ter escolher entre a prisão e a infelicidade, porque seria infeliz das duas formas.
Eu não aguento a minha mente, que grita que preciso de liberdade, e o meu coração, que chora por consolo.
Eu não aguento ter que escolher entre o que amo e o que me esgota… Eu não aguento mais viver assim! Não quero morrer, porque a vida é tudo o que tenho, mas quero ter a liberdade de poder escolher o que eu quero fazer!

Eu tenho pensado em fugir… Mas para onde? Não tenho um poiso seguro para onde ir!

sábado, 1 de março de 2014

O Mandar

Os sapos ficam descansados
Ao sentirem a minha presença,
Pois acompanha-os para mostrar o fado,
Como o destino e não uma sentença.

Que mais não seria
Do que o destino humano?
Caro leitor, não se ria.
Porque o que tenho para contar
Matará o rebanho
Que segue silenciosamente o mandar
De seres de uma raça inferior.

Porque o destino fatal
Esta sempre no final,
De um mundo sem amor.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Como se nada se passasse vejo, só por ver, a chuva miudinha a cair no meu capote. A estúpida chuva tenta passar entre as linhas, as peles, a compaixão... Mas nada entra!
Devo avisar, nem mesmo as flechas mais aguçadas vão perfurar a carne que me eleva.
Nem as espadas mais afiadas vão conseguir cortar os ossos que eu tanto protejo!
Elevei estas pedras de lava escaldante e nada as vai derramar, nem arrefecer. Porque agora até o passado fica ali, além… Onde não vive mais ninguém!
Só é pena ter elevado estas pedras tão tarde, porque algo conseguiu entrar cá para dentro enquanto as erguia. As ratazanas, que trazem no sangue a água benta, estão cá dentro, mas eu tento mata-las a todo o custo! Elas vão morrer todas! Nada me vai impedir de viver neste paraíso para o qual lutei, nem mesmo as malvadas criaturas que cá vivem comigo.

E quando essas malditas ratas desaparecerem eu posso finalmente ser feliz, naquele meu mundo que eu já não visito há muito tempo… Jano, Raquel, Alice, Samanta, Catarina, Eduardo, Isaac, Amadeu, Sofi, Mariana, Gosthaf, Olavo, Hasti (a deusa demoníaca)… E TANTOS OUTROS! Eu sinto a vossa falta… Mas brevemente eu volto! Eu volto para os braços da magia que a mente tanto teima em transformar em realidade!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Condecorações

O estado português condecorou o Cristiano Ronaldo por nunca ter feito mais nada na vida do que dar pontapés numa bola e deixou Aristides de Sousa Mendes morrer na miséria! Este senhor, Aristides de Sousa Mendes Salvou 3000 judeus dando-lhes permissão para entreterem em Portugal (pais neutro durante a 2ª guerra mundial), assinou todos estes passaportes sem autorização de Oliveira de Salazar e como sanção foram-lhe retirados todos os bens, foi deixado na miséria. Viu a sua  mulher morrer porque não a deixaram entrar num hospital, e até esse momento só conseguiram comer porque os judeus que ele salvou, ajudaram-no.
Não merecia este homem estar no Panteão Nacional? Não merecia todas as comemorações que existem em Portugal?
Ele hoje em dia já está morto, mas tenho a certeza que os filhos dele (que estão tentar canoniza-lo, se não estou em erro) ficariam muito felizes por finalmente o estado português de alguma forma pedir desculpa pelo que fez.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

amor e paixão

Decorado com missangas bonitas,
Oh, mas que coisinhas mais coloridas.
São de mil cores os corações,
Coloridos por nossas emoções.

Essa coisinha tão preciosa,

Que guardamos como só nossa,
É a única coisa que nunca poderemos evitar,
E isso escreve-se com todo o verbo amar…

É dar um pedacinho de nós a toda a hora.
Um pedacinho de amor e paixão.
Um pedacinho doce como a amora.

É um pedacinho que enche todo o coração.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Livre Serei

Sou um pássaro preso numa gaiola. Eu cantava… Mas não canto mais! Eu cantava porque pensava que a gaiola me protegia e assim era feliz, o que é melhor de que estar em segurança? Mas agora apercebi-me que a gaiola não tem uma porta por onde eu posso sair e entrar. Eu vivo numa gaiola com paredes de tijolo e betão. Vivo numa gaiola confortável, mas isso não muda o facto de eu não poder ser livre… Eu nunca vou puder ser livre, mas penso em fugir, arranjarei maneira de deitar a minha gaiola a baixo e voar livremente.

Porque eu serei livre! Não há nada mais importante do que a liberdade de ser feliz com quem se ama… Não tenho problemas de fazer o que quer que seja para poder ser livre, mesmo que isso signifique que não volte a ver quem vive nesta gaiola comigo!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Uma Mente Cheia

Eu vivo para amar um ser que não me ama a mim. Vivo para ser nada que este mundo conheça. Perco-me nos bosques e vales do teu corpo. Perco-me nas entranhas de mim como se fosse uma semente dentro da terra.
Mas eu sou feliz! Sou feliz por não ser um mero humano. O que eu sou é uma linha cor-de-rosa que passeia pelo mundo dentro da minha mente.
Esse mundo é feito de histórias tão fantásticas como os deuses ou as fadas… A minha mente recheada de pó de fada e brilho não vê o mal nos olhos do outro, porque pensa que esse outro vive numa mente como a minha. Mas ninguém vive num sítio tão cor-de-rosa e com pó de asinhas pequeninas que voam de um lado para o outro dentro de mim. Por baixo da minha pele existe uma camada de musgo verde que protege estes seres do mundo exterior. Um dia, quando eu morrer, não os poderei defender mais, o que acontecerá a esses meus seres em quem já ninguém acredita?


É engraçado que isto é o que eu vejo dentro de mim, mas por fora, sou um ser cinzento entre outros 7 biliões iguais a mim.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

AMOR

 Existem histórias distintas de amor e amar... Amores ardentes fulminantes, histórias de uma só noite partilha de amor juntamente com prazer e existem histórias de um amar e todo um sentimento partilhado entre dois seres amantes.

Nestes dois diferentes significados existem futuros trocados, afinal, queremos nós amor ou amar?
Talvez não queiramos nada como seres indecisos que necessitam de aprender um tribulhão de coisas para apenas colocar uma semente no interior do terreno argiloso proveniente da meteorização e erosão das rochas magmáticas,  metamórficas e sedimentares... E para quê saber tudo isso se tudo o que na verdade procuramos é "o amor existe para lá da morte?" pelo caminho encontramos tantas outras respostas a perguntas que não fizemos mas aceitamos essas respostas como conhecimento, desconhecendo se esta definição de conhecimento platónica que conhecemos têm condições necessária e/ou suficientes... Usamos pretéritos prefeitos para amores passados imperfeitos e interjeições de dor ao recordar o passado brilhante que vivemos ao lado desse amado.

E com todo este meu discurso metafórico e com carácter alcalino-terroso apenas deveriam daqui estar as palavras "eu amar tu" porque o resto são apêndices de informações que foram encontradas para a evolução do conhecimento para hoje termos que saber tanta coisa mas não sabermos o mais importante

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Mil e Uma Lágrimas


Mil e uma lágrimas derramadas sobre panos secos de compaixão…
Tanto riacho de amor desperdiçado em pessoas sem coração…
Mas amar não é apenas isso de começar e acabar!
Amar é tanta coisa! Que ficaria noites para descrever
O que amar na realidade deveria dizer!
Bonita palavra, transmitida por gerações, essa do verbo amar.
“Eu amo-te” parece tão pouco quando não tem significado nenhum.
Mas até para quem ama, é pouco para explicar o sentimento numero um.
Não deveria ser as musicas tristes a fazer-te lacrimejar,
Nem as alegres a conseguir fazer-te sorrir.
Devia ser aquela parte somente de ti
Que sentes quando não sabes mais porquê chorar.
É essa mesma parte que ensina aquilo que se nasce a saber,
Aquilo que um simples beijo ou verdadeiro carinho, sabe te dizer.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Anda Meio Mundo Enganado

Está mais que certo,
Do que coisa sem rumo certo.
Está mais que provado,
Do que coisa que não precisa de prova.
Anda meio mundo enganado,
E vai levar esse engano para a cova!

Não precisamos de mais ninguém,
Do que de nós!
Mas precisamos de pessoas para ter voz!
Porque o mundo não sabe que alguém
Pode crescer ao se tornar num conto
E realizar o meu sonho.


Porque o mundo não sabe nada!
Nem sequer tem uma única palavra
Para amor! O que têm mais importância
Do que essa palavra ou a infância?