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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

AMOR

 Existem histórias distintas de amor e amar... Amores ardentes fulminantes, histórias de uma só noite partilha de amor juntamente com prazer e existem histórias de um amar e todo um sentimento partilhado entre dois seres amantes.

Nestes dois diferentes significados existem futuros trocados, afinal, queremos nós amor ou amar?
Talvez não queiramos nada como seres indecisos que necessitam de aprender um tribulhão de coisas para apenas colocar uma semente no interior do terreno argiloso proveniente da meteorização e erosão das rochas magmáticas,  metamórficas e sedimentares... E para quê saber tudo isso se tudo o que na verdade procuramos é "o amor existe para lá da morte?" pelo caminho encontramos tantas outras respostas a perguntas que não fizemos mas aceitamos essas respostas como conhecimento, desconhecendo se esta definição de conhecimento platónica que conhecemos têm condições necessária e/ou suficientes... Usamos pretéritos prefeitos para amores passados imperfeitos e interjeições de dor ao recordar o passado brilhante que vivemos ao lado desse amado.

E com todo este meu discurso metafórico e com carácter alcalino-terroso apenas deveriam daqui estar as palavras "eu amar tu" porque o resto são apêndices de informações que foram encontradas para a evolução do conhecimento para hoje termos que saber tanta coisa mas não sabermos o mais importante

2 comentários:

  1. Obrigada Joana, por aquilo que acabo de aprender contigo.
    Afinal ,acredito que um dia, o mundo até pode vir a ser perfeito...

    beijinhos!

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    Respostas
    1. Prefeito nunca será, porque até o ser que consideramos ser o nosso exemplo tem defeitos...
      Todos os humanos tem os seus defeitos, e muitos deles são destruidores da sociedade o globo. Por isso, prefeito nunca será!

      beijinhos :)

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