Sou um pássaro preso numa gaiola. Eu cantava… Mas não canto
mais! Eu cantava porque pensava que a gaiola me protegia e assim era feliz, o
que é melhor de que estar em segurança? Mas agora apercebi-me que a gaiola não
tem uma porta por onde eu posso sair e entrar. Eu vivo numa gaiola com paredes
de tijolo e betão. Vivo numa gaiola confortável, mas isso não muda o facto de
eu não poder ser livre… Eu nunca vou puder ser livre, mas penso em fugir, arranjarei
maneira de deitar a minha gaiola a baixo e voar livremente.
Porque eu serei livre! Não há nada mais importante do que a liberdade
de ser feliz com quem se ama… Não tenho problemas de fazer o que quer que seja
para poder ser livre, mesmo que isso signifique que não volte a ver quem vive
nesta gaiola comigo!
"A única e autêntica liberdade do ser humano é a do espírito, de um espírito não contaminado por crenças irracionais e por superstições talvez poéticas em algum caso, mas que deformam a percepção da realidade e deveriam ofender a razão mais elementar."
ResponderEliminarNem sempre o que é, é o que parece. E por vezes, a liberdade não se prende com a mente mas sim com o corpo.
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