Vivo num
mundo ao contrário.
Vivo no
sítio onde o chão é o céu,
E nos
casamentos, o noivo vai de véu!
Vivo onde as
cores da pele são seis:
Roxo, azul,
verde, amarelo, laranja e vermelho.
Não existem
presidentes, nem reis,
E ninguém
rouba o que é alheio.
Plantamos
árvores, invés de as cortar.
Salvamos o
mundo, invés de o matar.
A gravidade
só existe nos corações,
E o dinheiro
nada vale perante as emoções.
O meu mundo é
quase prefeito,
Só tem um
pequeno defeito.
Que é não
ser de verdade!
Mas pode vir
a ser, quem sabe?
Este foi o segundo poema que envie para concorrer à antologia "Mundo da Lua". (Ainda hoje não sei qual dos poemas foi selecionado porque ainda não tive oportunidade financeira para comprar o livro, mas penso que tenha sido o outro poema (o que postei ontem) que ganhou). Este poema é dedicado à minha irmã mais velha...

Muito bonito, Joana!
ResponderEliminarObrigado :)
EliminarFoi este o seleccionado, mas podia ser o outro!
ResponderEliminar(acho que a editora te devia oferecer um livro, ele vale por ti)
Um tenho esperança de um dia mais tarde poder comprar... Mas por agora, não tenho qualquer possibilidade. (Mas ando a poupar.)
EliminarEste é um poema bem alegre!
Nunca deixes de sonhar...afinal a terra é redonda!
ResponderEliminarBeijinho com carinho e admiração.
Cristina
E Marte é um novo mundo a descobrir. Mas para o meu sonho se realizar seria necessário começar toda a civilização do zero, mas com os conhecimentos que temos hoje.
Eliminar