São sereias
com caudas de mil cores…
Sereis
vindas do atlântico, perto dos açores…
E fujo para
as sombras do mar.
Melodias
encantadas,
Por sereias
loucamente desesperadas,
Sem paixão,
as sereias cantam,
Para
aproximar os marinheiros que se encantam.
Assim são as
sereias que vivem
No meu
coração. Entristecidas,
Por todas as
feridas
Que aqui
sobrevivem.
As sereias
tentam rasgar as paredes,
Para poderem
fugir para sítios distantes,
Pois amar
tráz tantas sedes
E as feridas
fazem ruídos possantes.
Esta tarde recitei dois poemas na biblioteca de Alenquer, num sarau de poesia, dedicado ao dia mundial da poesia. Este foi um dos dois poemas.
Parabéns por isso!
ResponderEliminarBeijinhos poéticos...
Obrigada :)
Eliminar"as feridas fazem ruídos possantes."
ResponderEliminarTudo sara nesta vida, até a mais ruidosa ferida
(bonito, isto!)
Todas as feridas curão, mas a cicatriz não desaparece!
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