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segunda-feira, 3 de março de 2014

Sinto-me prensa entre muralhas feitas com pedras grandes e frias… Um granito atroz.
O sol que brilha dentro de mim parece apagar-se, talvez o seu combustível esteja a chegar ao fim, talvez se quei
ra transformar numa gigante vermelha, ou talvez apenas me queira abandonar.
As paredes pressionam-me a escolher uma das duas fugas que tenho, mas prefiro ser esmagada do que ter escolher entre a prisão e a infelicidade, porque seria infeliz das duas formas.
Eu não aguento a minha mente, que grita que preciso de liberdade, e o meu coração, que chora por consolo.
Eu não aguento ter que escolher entre o que amo e o que me esgota… Eu não aguento mais viver assim! Não quero morrer, porque a vida é tudo o que tenho, mas quero ter a liberdade de poder escolher o que eu quero fazer!

Eu tenho pensado em fugir… Mas para onde? Não tenho um poiso seguro para onde ir!

2 comentários:

  1. Há muitas liberdades e não conheço essa prisão de que me falas. Desencarcera-te, tu podes!

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    1. nada me livra de prisão, nem a inocência...

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