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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Os rios correm para a nascente,
O sol já não se põem no poente.
Estou desalinhada de todos os astros...
Debaixo de água está o meu mastro…

Tenho o barco ao contrário,
Mas consigo respirar…
Será esta história conto do vigário?
Ou fui eu que deixei de me importar?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015



Há minha volta gira um tornado de emoções. Tento correr ao mesmo ritmo desse tornado, para me manter no centro, onde os ventos são mais fracos não me conseguiram destruir mas já me sinto a ser sugada. Não estou a conseguir acompanhar este tornado…

Tornado esse que eu criei, destrói tudo pelo caminho e não deixa uma única árvore de pé… Assim é que se vê como o feitiço se vira contra o feiticeiro!