Translate

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A liberdade prende-se a coisas de grande importância quando não a possuímos, contudo quando a temos é devastada por coisas simples como os pressupostos da sociedade.
É suposto sermos assim e assado mas no nosso interior só estamos a ir contra os nossos instintos!
Porque é que não largo agora o meu computador e vou fazer alguma coisa lá fora? Porque não posso, não posso correr na rua se não sou atropelada, não posso nadar no rio porque é perigoso, não posso ignorar os perigos do mundo porque isso seria ser inconsciente… E quem me dá todos estes conselhos? Aquele que diz que me atropela, o que diz que tudo é perigoso, o que me chama inconsciente… Aquele que já viveu todas aquelas emoções que eu quero viver mas não me deixa seguir os mesmos passos, cometer os mesmos erros… O que nos impede de encontrar a felicidade nas coisas simples…
Se dissermos que queremos navegar até há Índia de barco, alguém vem e diz “já outro fez isso”, sim é verdade já alguém o fez, mas eu ainda não senti as emoções que isso trás! E sem emoções o que somos nós? Somos robots, que não largam as suas tecnologias (a única coisa que nos evita cair na insanidade visto que não podemos fazer NADA!), os antissociais, os incultos.

Se não queremos que o futuro seja robótico, por isso temos de deixar as emoções fugirem, deixar que os erros aconteçam antes que seja tarde demais!

2 comentários:

  1. Vamos a um suponhamos

    Suponhamos que eu,
    procurando o caminho para me libertar
    vinha aqui dar
    Depois de te ler que fazia?
    Soltava as emoções?
    Sim, e depois?


    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não se soltam emoções, mas sim recolhemos-as e guardamos-as nas nossas memórias!

      Eliminar