Havia alguém que eu amava, amava desesperadamente e amava para a
eternidade.
Por vezes parecia que amava só por amar, só para dizer que o fazia… mas
na verdade amava simplesmente por haver um ser prefeito para mim.
Será essa a razão de amarmos? Encontrarmos alguém que nos faz bem e por
isso gostamos dessa pessoa?
Eu penso que não. Amamos quem nos faz mal e por isso amar não é estar
sempre feliz, mas sim quase sempre triste.
É por isso que as músicas românticas são tristes, é por isso que
procuramos a felicidade, é por isso… é por isso que tudo aquilo que achamos romântico
um dia faz-nos chorar.
Esta é a história da triste agonia da vivência da alegre melancolia.




