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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Meu Herói

Sozinha estou esperando o fim de todo o sofrimento da tua falta a meu lado.
Espero morrer neste preciso local e momento, pois é aqui o mais perto que o meu corpo pode estar do teu.
Levaram-te para outro país "para defender o nosso".
Eras corajoso e por isso sei que deixaste que te matassem para uma causa sem razão.. Levaram-te para longe de mim quando tínhamos prometido um ao outro ficar juntos para sempre... morrer velhinhos e juntos.
Enquanto aguardava penosamente o teu regresso, recebi a tal notícia... morreste em combate para não salvar ninguém.
Pelos menos sabes que morreste entre os meus braços, bem no meu coração. Coração esse que será eternamente teu... Desculpa dizer tal coisa, mas eu desejo arduamente que este coração que tanto te ama pare de bater, para que o meu corpo, que agora admira a tua campa, se junte ao teu de baixo de sete palmos de terra e que a minha alma te encontre onde quer que estejas. Porque amo-te e sem ti eu não sei viver.
"Antes a morte que a dor da tua ausência."

sábado, 23 de junho de 2012

Make the difference!


Sometimes, you die.
Sometimes, you live.
Sometimes, you don't exist.
You can live with fear of dying or die without lived a life.
But it isn’t the only chooses you have, you can:
“Dreaming like you live for ever and live as you die tomorrow.”

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A Morte

Nascemos para sermos confrontados com a morte, isso é um facto que tem que ser aceitado.
Nascemos para sermos confrontados com a nossa morte, com a de um amigo, com a de um familiar, ou até mesmo com a do nosso animal de estimação.
Mas como é suposto "deixar" alguém morrer?
Ver alguém cambalear pelas ruas do nosso bairro à espera da morte, que a morte venha "ceifar" a sua alma e deixar o seu corpo para trás... E tudo o que podemos fazer é colocar essa pessoa sobre o nosso ombro e leva-la até casa, porque não deve morrer na rua cujo nome ninguém desconfia de qual seja.
Como é suposto ver alguém que amamos, como quem ama um irmão, morrer, ali, mesmo debaixo do nosso nariz?
Não nascemos para ver morrer, supostamente. Mas é isso que acontece, não é meu irmão?
Eu não te quero deixar ir, não é suposto que vás, mas é o que acontece não é?
Já que o teu destino é partir para um sítio sem mim, Hoje adormece ao meu colo, nos meus braços, sempre é melhor que morrer sozinho.
Morre com quem amas e te ama, porque pode não haver nada para lá da morte. Como neste mundo só tenho amor para te oferecer no teu leito final, morre nos braços de quem vai chorar a tua partida, vai sentir a tua falta.

Porque não é suposto morreres em vão, por uma guerra que não é a tua ou por ninguém… morre nos braços de quem um dia te amo!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

o porquê de amar



Havia alguém que eu amava, amava desesperadamente e amava para a eternidade.
Por vezes parecia que amava só por amar, só para dizer que o fazia… mas na verdade amava simplesmente por haver um ser prefeito para mim.
Será essa a razão de amarmos? Encontrarmos alguém que nos faz bem e por isso gostamos dessa pessoa?
Eu penso que não. Amamos quem nos faz mal e por isso amar não é estar sempre feliz, mas sim quase sempre triste.
É por isso que as músicas românticas são tristes, é por isso que procuramos a felicidade, é por isso… é por isso que tudo aquilo que achamos romântico um dia faz-nos chorar.
Esta é a história da triste agonia da vivência da alegre melancolia.