Há vezes em que não precisas de pó magico para conseguir voar, mas sim para acreditar que és capaz!domingo, 28 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Fecha os Olhos!
Fecha os olhos! Fecha os olhos, meu amor. Que já não posso mais ver teus olhos distantes, tão distantes de mim... Como posso eu acarinhar-te se não posso tocar-te?
Mas minhas palavras tocam-te o coração, espero que também te moldem a alma para que um dia todo este amor não sejam em vão.
Por campos verdejantes, com uma árvore aqui e outra acolá... meu amor, fecha os olhos, esses verdes olhos, para que possamos viver neste campo verdejante, onde, se quisermos, podemos voar.
Mas de que vale voar nesta minha imaginação, se preciso to teu abraço quente para que um dia possa aterrar num sitio que tenha chão?
P.S. Para ti, meu amor.
Teatro
Este será o último dos primeiros, pois não escreverei mais nenhum e é o primeiro que escrevo.
Um rosto foi desvendado, um rosto conhecido, mas que de nada me diz. É apenas um rosto conhecido.
Mais um entre a multidão que me assola e do qual nem o brilho dos olhos quero desvendar.
O meu sorriso é para brilhar na visão da amizade e de quem um dia eu souber amar... Os restantes são meros figurantes no acto único da minha vida.
E se cada chão que piso for um teatro, representarei com a emoção que as palavras me poderão proporcionar se for mero buraco irei me levantar com a leveza de uma pena flutuante.
Meus caros figurantes, desejo-vos as melhores sortes para as próximas peças e que sejam personagens principais de alguns romances.
Mas para a minha vida, vós tendes a porta trancada e não possuis a chave para a poder destrancar.
Um rosto foi desvendado, um rosto conhecido, mas que de nada me diz. É apenas um rosto conhecido.
Mais um entre a multidão que me assola e do qual nem o brilho dos olhos quero desvendar.
O meu sorriso é para brilhar na visão da amizade e de quem um dia eu souber amar... Os restantes são meros figurantes no acto único da minha vida.
E se cada chão que piso for um teatro, representarei com a emoção que as palavras me poderão proporcionar se for mero buraco irei me levantar com a leveza de uma pena flutuante.
Meus caros figurantes, desejo-vos as melhores sortes para as próximas peças e que sejam personagens principais de alguns romances.
Mas para a minha vida, vós tendes a porta trancada e não possuis a chave para a poder destrancar.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
a vida regressa
E nas aldeias tudo renasce de novo.
Depois da Primavera ter chegado, de o fervor do Verão ter abalado e até mesmo as árvores migratórias deixarem o campo, a aldeia volta a encher-se de frenesim com a chegada das vindimas.
Tractores para cima, ora para baixo. Ora cheios de uva, ora pessoas para trabalhar, de pés pintados de cor de vinho por terem pisado as uvas.
Pessoas que não falam a nossa língua, vêm para cá de "All-star", "Vans" e outras marcas que nem sei escrever. Sentem-se felizes por aprender, o que nós aqui da aldeia, já nascemos a saber fazer.
E eu cá nasci, por cá continuarei a viver, o sobre o muro da minha podre casa continuarei a ver os estrangeiros a chegar, a partir, a gostar de fazer algo que eu não posso fazer para além de conhecer a euforia em que entra a minha querida aldeia longe da globalização.
Mas nem sempre assim foi.
Depois da Primavera ter chegado, de o fervor do Verão ter abalado e até mesmo as árvores migratórias deixarem o campo, a aldeia volta a encher-se de frenesim com a chegada das vindimas.
Tractores para cima, ora para baixo. Ora cheios de uva, ora pessoas para trabalhar, de pés pintados de cor de vinho por terem pisado as uvas.
Pessoas que não falam a nossa língua, vêm para cá de "All-star", "Vans" e outras marcas que nem sei escrever. Sentem-se felizes por aprender, o que nós aqui da aldeia, já nascemos a saber fazer.
E eu cá nasci, por cá continuarei a viver, o sobre o muro da minha podre casa continuarei a ver os estrangeiros a chegar, a partir, a gostar de fazer algo que eu não posso fazer para além de conhecer a euforia em que entra a minha querida aldeia longe da globalização.
Mas nem sempre assim foi.
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