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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Poema de Natal

Que bom o calor que entra na minha casa a partir da lareira,
Espero que o Pai Natal não queime a barbar ao entrar na minha casinha,
À procura da minha sapateira,
Para por a minha prenda na minha botinha.

Vou fazer fritos da massa do pão,
e outros doces com muito doce
para partilhar com amigos do coração
e a família que Deus me trouxe.

Feliz Natal aos inimigos,
Bom Natal aos chegados,
Muitas prendinhas para os amigos,
Que para os outros o dinheiro já foi gastado.

Que passem um Feliz Natal,
E que a crise não seja para nossas prendinhas fatal.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Os Céus de Teus Pesadelos

Fui importante para quem nunca fui... Tornei-me alguém sobre os ombros de quem nunca existiu...
Um dia sonhei, sonhei com tanto e com tão pouco, sonhei contigo, sonhei com o diabo vivo... é isso que realmente és! Foi isso que foste! Chamas ardente que me feriram os meus mais profundos sentimentos...
Tu foste aquele ninguém que devia ter morrido no dia em que aprendeu a sorrir!
Olhar torcido que me fez desejar morrer. Morte essa que deveria ter-te consumido enquanto eu ainda era parte desse mundo vivo...
Queimem asas ardes que rasgam os céus dos teus pesadelos! Céus esses que me fazem vingar do teu comportamento corrosivo! Leva a minha vida que em troca tomo a tua... Leva-a já não me faz mais falta sou parte da morte... Eu sou morte! Mas tu ainda estás vivo e adivinha quem vai a caminho para colectar a tua alma?
Pessoalmente cuidarei do teu castigo e vou torna-lo na minha vida, vou fazer dessa dor o meu verdadeiro desejo, vou consumir o teu profunde medo como se de chocolate tratasse.
Mas dorme mais uma noite, que amanhã de manhã eu torno o que conheceste nas chamas que iram queimar-te para a eternidade.
Bons sonhos meu querido amado.



Some part of me




Sometimes I miss you.
Sometimes I need you.
Sometimes you are my best friend.
Sometimes you are all I can't resist.
Some times...
Sorry, I love you every time!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Há um dia em que todos nós morremos por dentro. Talvez nunca mais o sangue da felicidade volte a correr nas nossas veias, talvez volte...
Haverá um dia em que todos nós partiremos para sempre e que diferença fará a esse dia se já nos sentirmos que nem mortos-vivos? Que diferença faz?
Entre biliões de anos em que poderia ter vivido, vim nascer neste ano... e irei passar duas vezes pelo fim do mundo mais que sabido para o mundo inteiro, as pessoas parecem desejar isso. Mas porquê desejar o fim do mundo se as pessoas só querem o seu próprio fim? Deixem o mundo para quem ainda gostaria de o vir a descobrir uma, outra e outra vez, talvez quantas quiser! Que diferença faz?
Vivemos demasiado depressa porque gastamos demasiado tempo e eu que costumava gastar o meu tempo a amar a minha própria imaginação...

segunda-feira, 29 de outubro de 2012