Escondo o meu sonho de tanta gente, que já nem sei se este sonho é mesmo meu, ou se foi um amigo meu que me contara e pedido para o manter em segredo…
sábado, 7 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Estupidamente Humano
O que é isso de humanidade que os livros de vampiros tanto
falam? Essa palavra estranha que os vampiros dessas histórias passam a vida a
dizer que perderam? Mas como podem ter eles perdido uma coisa que não existe?
Ou será que existe?
Se humanidade é a capacidade de pensar, então ela não
existe! Pois o ser humano nunca pensa nas consequências dos seus atos. Faz-se
de burro e de coitadinho para poder usufruir do mundo, para lhe poder arrancar
cada sorriso, cada rosto, cada respiração…
Se a humanidade é sentir compaixão pelos demais, então ela
não existe! Compaixão é uma coisa que acabou há uns anos atrás quando os ricos
nos deram meia dúzia de tostões e nos disseram que aquilo dava para conseguir tudo!
E agora, o que somos nós depois de termos perdido “a
humanidade”? Somos vampiros! Porque a literatura chama vampiro a quem rouba
todo o sangue e até mesmo a vida de outro ser igual a nós! Somos vampiros!
Porque não sabemos que o nosso planeta está a acabar, e que não há mais sangue
no seu interior para continuarmos a cravar as nossas presas e a engolir o doce
sabor a sangue!
Por outro lado, podemos pensar que não somos assassinos do
planeta, nem canibais e ai seremos montes de merda de olhos fechados e enfiados
nas grades da sociedade e felizes por viver agarrados a este mundo como bosta fresca
num sapato…
sábado, 17 de maio de 2014
Queria escrever com notas musicais,
Mas de musica nada sei.
Queria sonhar um pouco mais,
Mas imaginar não mais conseguirei.
Eu queria tanto!
E para meu espanto,
Não tenho nada!
Nem da querida palavra
Eu sou rainha!
Que sina a minha...
Sou só mais uma qualquer,
Que procura o maldito malmequer
Para saber qual a sua sorte
Quanto à morte.
Mas de musica nada sei.
Queria sonhar um pouco mais,
Mas imaginar não mais conseguirei.
Eu queria tanto!
E para meu espanto,
Não tenho nada!
Nem da querida palavra
Eu sou rainha!
Que sina a minha...
Sou só mais uma qualquer,
Que procura o maldito malmequer
Para saber qual a sua sorte
Quanto à morte.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)


