terça-feira, 17 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
Um sopro
leve de vento,
Que faz
baloiçar o pensamento
Desaprendi
tudo o que aprendi
Em outra
qualquer paixão.
O que ao
certo descobri
Com este meu
amor?
Eu não sei,
mas a dor
De amar não
existe mais…
E isso é tudo
o que possa ser importante,
Porque não
existe amor distante,
Nem medo do
que dirão os demais.
sábado, 7 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Estupidamente Humano
O que é isso de humanidade que os livros de vampiros tanto
falam? Essa palavra estranha que os vampiros dessas histórias passam a vida a
dizer que perderam? Mas como podem ter eles perdido uma coisa que não existe?
Ou será que existe?
Se humanidade é a capacidade de pensar, então ela não
existe! Pois o ser humano nunca pensa nas consequências dos seus atos. Faz-se
de burro e de coitadinho para poder usufruir do mundo, para lhe poder arrancar
cada sorriso, cada rosto, cada respiração…
Se a humanidade é sentir compaixão pelos demais, então ela
não existe! Compaixão é uma coisa que acabou há uns anos atrás quando os ricos
nos deram meia dúzia de tostões e nos disseram que aquilo dava para conseguir tudo!
E agora, o que somos nós depois de termos perdido “a
humanidade”? Somos vampiros! Porque a literatura chama vampiro a quem rouba
todo o sangue e até mesmo a vida de outro ser igual a nós! Somos vampiros!
Porque não sabemos que o nosso planeta está a acabar, e que não há mais sangue
no seu interior para continuarmos a cravar as nossas presas e a engolir o doce
sabor a sangue!
Por outro lado, podemos pensar que não somos assassinos do
planeta, nem canibais e ai seremos montes de merda de olhos fechados e enfiados
nas grades da sociedade e felizes por viver agarrados a este mundo como bosta fresca
num sapato…
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